BRAZIL SOLOS

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BRAZIL SOLOS by Antonio Da Silva

This is a 34 min film including 60 min of extra footage.

In January 2016 I went back to Brazil to produce a new film. During this trip I had the opportunity to experience the culture and to meet many amazing Brazilian men who showed interest in collaborating with me.

Thanks to Brazil’s rich culture, I was able to produce three new short films: BRAZIL SOLOS, BRAZIL JUNGLE and BRAZIL CARNIVAL
BRAZIL SOLOS is the first film to be release from this trilogy.

BRAZIL SOLOS interviews 30 Brazilian men. They are all naked, relaxed and excited. They talk about the diversity in Brazil, their fantasies, the Cariocas, the butt, the hipper sexualisation of the black man and much more… All  are sexually attracted to other men and very sexually active despite the fact that they live in a very conservative and religious country.

(Subtitles available in English. Click the CC button on the video player)

A film by Antonio Da Silva

With: André, Anonymous 1, Anonymous 2, Anonymous 3,  Átila, Clayton, Carlos, Daniel, David,  Douglas, Duda,  Fabricio, Gregório, Henrique, Igor, Jeferson, Jonathan, Marcelo, Melo, Munhoz, Neko, Nelson, Pedro, Paulo, Rafael, Rafa, Rodrigo, Ruano, Tiago and Vagner

Camera, Editing and Sound Design: Antonio Da Silva
Music: E.A.P. Music Productions
Post-Production Assistent: Sergio Roxo
Thanks to: Alex Girardi, Anatomia do Fauno, Hélio Beltrânio, Flesh Magazine, Pop Porn Film Festival, Rodrigo Gerace
Year: 2016
Length: 34:30

BRASIL SOLOS will have a world premier in June 26th at Tom Of Finland Foundation as part of the Queer Biennial II in Los Angeles, USA.


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40 Comments

  1. Gente, nós vivemos numa sociedade falocentrica. Achei muito boa a abordagem do tema em relação ao pudor que a religião impôs sobre o sexo, mas não concordo quando um dos meninos no trailer diz que o pênis é algo “pudorizado”. Acho que em uma sociedade Machista e patriarcal o medo é a vergonha de expor o sexo masculino é muito menor em relação a exposição feminina. Na nossa sociedade a exposição do pênis é incentivada e glorificada. Homens competem pra ver quem tem o maior órgão como sinal de masculinidade, virilidade e poder. Fora que a exposição de um homem não implica em consequências severas, tendo em vista que desde criancas são insetivados ao sexo, já no caso da mulher isso é muito mais problemático. Contudo, a fotografia ficou muito boa e a edição do filme também.

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  2. I love hearing the men talk about sex. I love the honesty. I jack my cock listening to them as well as watching them. I love the public nudity. The hottest part is the openess.

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  3. superbes!

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  4. Jean-Luc unzip@orange.fr Monday August 22nd, 2016 at 07:04 PM

    très beau hommes simples que je voudrais avoir avec moi

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  5. Jean-Lucunzip@orange.fr Monday August 22nd, 2016 at 07:03 PM

    wonderfull men merveilleux hommes

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  6. Pure sensuality of wonderful men

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  7. Antônio faz um filme abordando a relação dos homens de pinto pequeno e suas vidas sexuais. Seria excelente essa abordagem e com seu talento cinematográfico ficaria show.

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  8. Another outstanding and super sexy film – filled with a wonderful mix of men showing off their beautiful bodies and sexuality! Suddenly feel the need to take a flight to Brazil!! 😉 Ganna enjoy jerking off to this video 😉 Thanks sexy Antonio xx

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  9. Hello from Greece. Γεια σας. Men that response at this film are faboulous. Congratulations.

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  10. Fiquei com vontade de dar o bumbum.

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  11. Brazilians are great lovers and the world champions in sex!

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  12. Jeez. What a load of unremarkable guys to take pics of. Im sure Brazil can do way better than that. He can’t have tried very hard to find “super hot guys”.

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    1. What is “super hot”? Why “yawn”? Why “pass”? I don’t see anything wrong or unattractive with average beautiful men. After all, average is what most people are. Being average myself I like to think I’m attractive to someone. I try as much as possible to feel comfortable within and with myself in the face of a daily barrage and onslaught of negativity from people of my own sex and sexual orientation who don’t happen to find me “super hot”, or who “yawn” at me or “pass”. Why can people not THINK about what they post and THINK about what they say? I certainly hope that when other men are looking at people who post comments like that, that they, themselves are comfortable in knowing that they are “super hot”, or not somebody that would be “yawned” at or “passed” by for being too average. There is enough damned hate in the world. Why do gay and/or bi men perpetuate more marginalization from within? The men in these photos are beautiful. And they’re not afraid to just “be” beautiful. Each one beautiful inside and outside in their own way. So next time you think it’s ok to post comments that someone is not “super hot”, or you think you should publicly “yawn” at someone, or let everyone know that no one but yourself looks like a “pass”…. think again. You’re actually only making yourself look ugly, rather than attractive, at someone else’s expense.

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    2. FitFella, you’ve been watching too much porn.

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    3. FitFella, what’s wrong with reality? Reality is underrepresented in porn. To be honest, who has sex with “super hot guys” all the time? I am grateful for Antonio’s work because he attempts to represent the ordinary, the average, maybe even the neglected in erotic videography; for that his work should be lauded. Not all of his creations have aroused me, but almost everything he’s made so far, that I’ve seen, has at least intrigued me. Besides, Brazilians seem to be naturally sexy folks anyway, whether they are jocks, “boys next door,” daddies, “men next door,” bears and cubs, or just any other category that you with to use or invent to label the mostly masculine men of Brazil. So I’m grateful that at least until I can visit Brazil for an extended period of time, there is a talent out there who is willing to invest some mental energy, and go beyond the typical gay erotic videographer’s stereotypes of what men should look like, to show me Brazil, maybe even the world, as it actually is.

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  13. Ruano (Participante) Friday July 1st, 2016 at 06:52 PM

    Desde que conheci o trabalho do Antonio, há tempos atrás através do filme “Gingers”, eu me apaixonei pela linguagem, pelos recortes de edição e sobretudo pela ousadia da proposta, que tem um viés bem conceitual e de bom gosto, que consegue ser excitante mas também contundente, sem deixar de ser lúdico. Quando surgiu a oportunidade de participar, eu quis. Pq tive certeza que seria muito bom para mim dentro do movimento interno que ando seguindo de uns tempos pra cá.
    Onde ando refletindo muito e experimentando/experienciando o poder do corpo enquanto ferramenta de evolução consciencial, comunicação com o outro e o mundo e veículo de aprendizado vivencial. Costumo sempre dizer que não somos o corpo, que vivemos nele. Que nossa essência mais profunda é muito mais que isso, porém, estando num corpo pleno de potencialidades várias, o resgate dessa sensorialidade que muitas vezes deixamos esquecida é sim uma forma bem interessante de buscar autoconhecimento. E entre muitos aspectos, a sexualidade também perpassa por esse resgate, de muitas maneiras a serem vistas, e muitas vezes apenas olhadas, sentidas, integradas. Até pra servirem também como agentes de cura. Naturais.
    Não é fácil e nem tranquilo de forma alguma quebrar algumas cadeias que são sociais e nas quais nascemos inseridos, quando mergulhamos nesse processo de desconstrução do tabu da nudez e da expressão da sexualidade. Eu mesmo confesso que muitas vezes não sei como reagir com certas repercussões, seja de ensaios fotográficos artísticos ou mesmo com meu trabalho enquanto praticante de filosofia tântrica, por mais que a receptividade esteja sendo surpreendentemente boa para mim até agora, pelo feedback que recebo de pessoas próximas ligadas a mim. Eu confesso que me percebo tímido e até inseguro com relação a algumas coisas, e entendo ser normal: vc não tira anos e anos de condicionamento de cima de vc de uma hora para outra. Pode ser que muita gente se sinta desconfortável ou incomodada, mas aí é aquilo: é só não ver. Pq se causar problema, não é por problema meu.
    Não se trata de “Nossa, vc agora resolveu ficar exibido e ficar puteando, que surpresa, que pouca vergonha”, até pq até agora nunca ouvi nenhuma crítica-reprimenda nesse sentido, mas sim elogios à minha coragem, à minha disponibilidade em me despir e experimentar isso e à beleza dos trabalhos em si com seus múltiplos olhares. Sempre há quem pense e quem diga que tem todo um viés exibicionista por trás e em conjunto. Ok. Até tem. Sempre tem, aliás. E isso também é saudável, não tem problema nenhum com isso, desde que haja respeito. O link taí, clica quem quer ver, eu não obrigo ninguém a nada nem me imponho, nem acho que todo mundo deve sair da casca e se expor, cada um tem seus limites e suas buscas pessoais. Pra mim, funciona. Pra mim, é revelador. De mim mesmo, de aspectos meus que eu desconhecia em mim. Se tem quem mostre, é pq tem quem olhe, quem queira ver. E vice-versa.
    O nu masculino é hoje um tabu engendrado por certas religiões. Que precisa cair. Com o advento da tecnologia e da internet existe hoje em dia uma abertura muito maior para a naturalização do olhar sobre o corpo nu. As pessoas trocam certas fotos com muito mais naturalidade do que se fazia há dez, quinze anos atrás. Mais ainda estamos numa transição, lenta e progressiva. Existe ainda toda uma pressão social que prima por regras a respeito do que se pode mostrar ou não, de qual expressão da sexualidade é mais digna ou mais socialmente-aceita. Mas a despeito disso tudo, a realidade é que todos nascemos nus, que todos geralmente gostamos de algo no sexo e essa energia sexual tem grande importância na nossa vida, e que é um desafio permanente na vida humana aprender a lidar com esses aspectos.
    Eu acredito que quanto mais a gente conseguir naturalizar o nu através da arte, mais esse tabu tenderá a cair, assim como já ocorreu com tantos outros. Hoje em dia, vamos nos museus e vemos estátuas nuas, feitas lá atrás… em Grécia, Roma, Europa Renascentista… Hoje, estamos em outro momento-movimento, com muitas linguagem artísticas diferentes. Que tem grande importância, sim. Penso eu, e posso estar errado, que é uma espécie dum caminho de volta, de retorno, de desconstrução e reconstrução.
    E o que se ganha com isso?
    Se ganha que muitas repressões que geram tanta infelicidade e sentimentos de inadequação perderão a importância. Eu sempre gostei de fazer nu, qualquer um pode perguntar pra todos meus relacionamentos anteriores. A diferença é que eu não me expunha. Não me achava bonito o suficiente para isso, não tinha segurança em mim o suficiente para romper essa barreira, e confesso que mesmo já tendo uma certa experiência de um tempo pra cá, ainda me pego sem saber direito como lidar, mas me sentindo muito mais forte e seguro do quanto sou especial e do quanto posso ensinar pras pessoas que as coisas não precisam ser enxergadas como erradas, pecaminosas, hipersexualizadas, opressoras, repressoras.
    Que existem muitas formas saudáveis de olhar pro corpo, que olhar um corpo nu com tesão é normal! Que é normal as pessoas terem curiosidade e desejos com o corpo dos outros. O problema acontece quando só se consegue olhar se for com tesão, e quando se objetificam corpos desrespeitando pessoas, deslegitimando a essência de cada ser. Não tem problema associar nudez com sexo; sexo também é sagrado. Também é troca de energia, também é comunhão com o divino, já que somos um microcosmo reflexo de um macrocosmo. O desequilíbrio começa quando não se consegue dissociar nudez de sexo, e quando essa nudez é olhada com agressividade, como pecado, como erro, como fator de atraso na busca pelo autoconhecimento, quando esse corpo nu é demonizado e reprimido por um sistema que criou certas regras a fim de aumentar certas dominações mantendo a supremacia da ignorância.
    Eu podia também falar aqui especificamente de pênis, já que estou falando do tabu do nu masculino. Mas não vou entrar nessa questão pq eu entendo que genitalidade não é apenas sexo biológico e o ser humano é muito mais plural que isso, a única reflexão que eu proponho é a seguinte: pq a visão dum pênis choca e ofende tanto, ou causa tantas… celeumas e conjecturas… se é uma parte do corpo humano, como um todo? Se não temos problemas pra olhar nos olhos das pessoas, que são muito mais reveladores, pq damos tanta importância (por vezes repressora) à visão dos genitais, nossos e dos outros?
    Também não vou entrar aqui na discussão do que é falocentrismo ou não, pq penso eu que… sim, existe toda uma banalização coisificada do nu feminino que se baseia num machismo canalha e isso deve ser analisado, mas eu acho que… para destruir o machismo que sustenta aspectos do nu feminino, não tem necessidade de partir pra certos extremismos roubando inclusive o lugar de fala das próprias mulheres. São questões diferentes. Inclusive, o nu masculino é visto como “vulgar” por causa de uma herança machista que impôs a banalização do corpo feminino enquanto única possibilidade de alvo de desejo, também… Como se vê, falocentrismo é outra coisa e tem muitas caras, e combater exposição de nudez masculina em prol de empoderamento feminino de forma maniqueísta radical não é uma estratégia inteligente. A arte é muito ampla e os sentimentos humanos são múltiplos demais para que as pessoas criadoras ditem regras sobre o quê e como expressar certas visões de um ser humano que é naturalmente multifacetado. É todo um sistema: há que se analisar todas as pontas se o objetivo é apará-las.
    A roupa não é só pano, é também um código que fala da individualidade de quem a usa. Se libertar dela é se olhar. É se reconhecer. É se permitir se ver de outras formas com outros olhares. E também ver o outro sem elas é ver aspectos desse outro que muitas vezes passaram despercebidos. É se ver também no outro, é ver o outro como parte sua, como aspecto seu. É interação com o mundo, é conhecimento. Aproxima as pessoas, quebra certas barreiras, naturaliza as especificidades dentro de uma igualdade humana.
    Hoje em dia a gente pode abrir discussão sobre isso, falar sobre esse assunto. Refletir sobre padrões de beleza escravizantes que precisam ser revistos, sobre diversidade de gênero, sobre representações a respeito de papéis de gênero, podemos falar de ereção na fotografia e no cinema, de expressão de libido, da diferença entre o que é pornô e o que é conceitual, de que tipos de idéias podem ser expressas quando o assunto é nudez na arte, de como um corpo tem capacidade de comunicar algo e de se comunicar consigo mesmo, do quanto o tesão é importante como alavanca de criação e do quanto a gente pode colocar uma luz de consciência em cima disso tudo, sem pesar se tem certo nem errado, mas apenas buscando aprender… Pq a gente é dinâmico, a gente muda, a gente cresce. Eu posso inclusive estar errado e falando um monte de asneira. Mas hj penso dessa forma, e me considero aberto pra aprender mais. Mesmo assim, é bom pra gente pensar. rs.
    Super agradeço ao Antonio, pela experiência incrível que foi e aos meninos que se dispuseram a participar, pra coisa ficar tão interessante.

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  14. Wow – thanks, Antonio. Another astonishing film. It’s almost like you use the medium of film not just to seduce us, the audience, but actually to make love to us. Very horny, very powerful, very… “cummable”.
    “Cummable” is a word I just invented, after watching the film.

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  15. I haven’t paid for it – yet, but what I’ve seen certainly gets me going as several guys have facial hair. Maybe I’ll splurge out and spend the money on watching these sexy guys at beginning of July, so I won’t delete this e-mail telling me about your latest film(s), Antonio.

    Thanks.

    John

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  16. Que tesão! Vou já bater uma!

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  17. Que delicia esse gordinho, kero.

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  18. Another outstanding piece of work! Your ability to blend the real with the erotic is intoxicating – loved it!

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  19. Querido Antonio

    This is going to be the most exciting private lesson in my attempt to learn the portuguese Language. . .

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  20. Thank you – love your films – always !

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  21. i guess you need to explore more of butt cheeks ..solos scenes focused on male butt..
    very hot!

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  22. acho que precisam explorar a bunda tbm, já que falaram tanto…
    faz um solo só de bundas…

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    1. Apoio essa idéia, quero ver cus

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      1. não me importo tanto com os cus..mais com as nádegas mesmo…dá um bom documentário falar sobre o pq a bunda chama tanta atenção..focado nos homens, claro..

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  23. Wow belle, all were beautiful, exciting, wonderful to watch, love love love the variety i am on high right now, will watch again and again.

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  24. Cara, achei muito bom o roteiro das falas sobre a construção das identidades do brasileiro. A miscigenação, a forma como nos vemos uns aos outros e como somos percebidos de fora também. Bem legal!

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  25. Foi uma surpresa enorme o convite e uma grande honra ver um trabalho tão lindo e com um pedacinho de mim ali. Não sei como tudo isso poder repercutir mas pouco me importa. Foi uma experiência viva ser gravado e poder falar dos meus temores, despido de tudo, incluindo das roupas. Obg e sucesso Antonio.

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  26. I find something very special about your films besides just being sexy.

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  27. WHAT A WAY TO START MY SUMMER ! ^^ well cut, beautifully shoot yet real and genuine, it’s like having a lovely light hearted contemporary documentary & a luscious hot sexy sex film in the same reel, SUPER WONDERFULLY WELL DONE !
    p.s. now we have one on ginger, one on caucasian and one on latino, any chance we can have one done on french blacks, polynesians, vikings, or asians? ^0^

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  28. “Solos é um filme que, tal como a pulsão sexual, experimenta diversas possibilidades do desejo em sua livre expressão de rótulos e tabus. É admirável que, para tanto, Antonio da Silva ao invés de ficar ponderando ou defendendo uma tese, dá voz aos personagens para que no próprio relato o desejo amplie a percepção do corpo, dos fetiches e tabus. Toda diversidade ali apresentada (de corpos, vontades, comportamentos) são peças que provocam e rompem preconceitos. Tão transgressor, além do caráter explícito das imagens sexuais (com masturbações, ejaculações, etc), é a visibilidade da bunda e, fundamentalmente, do pau em seus movimentos. E, mais ainda: entre tantos paus, aparece a desconstrução do imperativo sexual da ereção constante, como se o o império do falo estivesse no divã em crise. “Nos vivemos em uma sociedade que não admite o pênis” – diz um relato. “Pau e bunda vai além do objeto, tem todo uma historia por trás daquilo. Às vezes uma bunda pode contar uma historia muito mais interessante que um pau gigante”. Assim, se todo pau e toda bunda contam uma historia, estamos prontos para ouvi-los”. Rodrigo Gerace, pesquisador, autor de “Cinema Explícito: representações cinematográficas do sexo”.

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  29. Um filme em que me despi de tudo: de medos, de preocupações, de estigmas e de roupas. Admito que no final do processo, ao ver um preview, a cabeça girou, montes de coisas vieram a mente e tentei desistir, mas todo o carinho e confiança no trabalho do Antonio me trouxeram de volta ao centro e eu topei com todos ou até mais “sims”que antes. Espero que seja um sucesso, e que essa peça de arte, em forma de filme, e da qual pude contribuir com pequena parte falando do que tem dentro de mim, acompanhado da carcaça que me foi dada sirva pra iluminar alguém ou alguns!

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